<?xml version="1.0" encoding="utf-8" standalone="yes"?><rss version="2.0" xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"><channel><title>Crônica on Razão Artificial</title><link>https://razaoartificial.com.br/formato/cronica/</link><description>Recent content in Crônica on Razão Artificial</description><generator>Hugo</generator><language>pt-BR</language><lastBuildDate>Thu, 05 Nov 2026 14:00:00 -0300</lastBuildDate><atom:link href="https://razaoartificial.com.br/formato/cronica/index.xml" rel="self" type="application/rss+xml"/><item><title>Segunda-feira de fechamento: o que mudou e o que continua igual</title><link>https://razaoartificial.com.br/posts/segunda-feira-de-fechamento/</link><pubDate>Thu, 05 Nov 2026 14:00:00 -0300</pubDate><guid>https://razaoartificial.com.br/posts/segunda-feira-de-fechamento/</guid><description>&lt;p&gt;A segunda-feira de fechamento tem um silêncio próprio. Não é o silêncio de escritório vazio. É o de quem está calculando mentalmente quantos clientes faltam para fechar e quantos dias sobraram até o dia 20. O café esfria na mesa enquanto o contador revisa a fila de exceções que a IA não soube classificar. O telefone toca. Um cliente quer saber por que a apuração deste mês subiu.&lt;/p&gt;&#10;&lt;p&gt;A IA leu as notas, cruzou os extratos, sugeriu a primeira classificação de quase tudo. Mas quem responde ao cliente é o contador. E quem assina também.&lt;/p&gt;</description></item></channel></rss>